Notícia | Gestores temem a adoção de medidas restritivas contra o BYOD
Em 24/01/2014

Com a “consumerização” da tecnologia, a tendência do Bring Your Own Device ganhou espaço no ambiente corporativo. Surgiu como uma forma de flexibilizar e facilitar a rotina diária dos empregados, permitindo o uso de seus próprios dispositivos no trabalho. Contudo, diante da implementação desajustada desse sistema, percebe-se que algumas empresas têm sofrido prejuízos relacionados à segurança da informação, redes sociais e, inclusive, ao direito trabalhista. Não basta a mera liberação do uso, é necessário que haja normas e políticas internas que regulamentem o uso e inibam ações que possam prejudicar a marca. Além disso, o processo de conscientização de cada colaborador é essencial, desde presidentes e corpo diretivo até daqueles funcionários que eventualmente não compareçam todos os dias, por exemplo, setor de limpeza. Atentar-se às leis vigentes é de suma importância, principalmente nas questões relacionadas ao monitoramento e fiscalização de e-mails e dispositivos pessoais. Em síntese, os e-mails corporativos podem ser fiscalizados pelo empregador, já os pessoais, não. Os aparelhos corporativos podem ser monitorados; na hipótese de dispositivo pessoal sendo utilizado para exercer as funções diárias da empresa, também podem ser fiscalizados, desde que haja previsão expressa em regulamento interno, anuência e presença de seu titular.

 

Convergência Digital - http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=35753&sid=18#.Ut_TnNJTut8




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